Gilmore Girls - A história leve e cômica entre mãe e filha.

/ janeiro 16, 2019
Olá pessoas queridas!

Hoje eu vim falar de Gilmore Girls. A história romântica, leve e engraçada dos dias corriqueiros entre mãe e filha. A série é dos anos 2000 e terminou em 2007, ela se encontra disponível na Netflix e a mesma chegou a criar um reboot apenas de 4 episódios em 2016. 


Eu sou da primeira geração dessas séries clássicas que estão voltando na Netflix, eu assistia assim como milhares de pessoas da minha idade no bom e velho SBT. Eu nunca fui muito fã de Gilmore Girls, porque o meu gênero favorito não é comédia, eu assistia esporadicamente quando eu era adolescente pelo SBT. Mas, ai veio a Netflix e resgatou essa série tão formidável!

SINOPSE

Lorelai Gilmore (Lauren Graham) tem uma relação tão amigável com sua filha, Rory (Alexis Bladel), que muitas vezes elas são confundidas como irmãs. Entre o relacionamento de Lorelai com seus pais, a nova escola preparatória de Rory, e os romances nas vidas das duas, há muito drama e muita diversão acontecendo.


Ultimamente eu ando preferindo assistir ou reassistir clássicos, porque essas histórias de hoje voltadas para jovens não me agradam muito, são muito apelativas e eu não me sinto confortável. Opto sempre por uma história mais leve. Gilmore Girls é o estilo de história que você se vê retratada ali, porque as relações entre mãe e filha, acredito que fazem todas as meninas lembrarem de suas próprias mães. Como aquele velho ditado: mãe é tudo igual, só muda de endereço. A série é divertida e as atrizes Lauren e Alexis têm muita conexão em cena, elas se parecem até fisicamente. Vale ressaltar que o seriado abriu portas para o início da carreira de Jared Padalecki e Chad Michael Murray e eles estão muito bem nos seus papéis. 
 O que eu acho legal é que a série abordava temas em evidência na época, como gravidez na adolescência, a Lorelai teve a Rory muito cedo, com 16 anos, pode ser que por isso elas sejam tão amigas e tão próximas. Abordava também o bullying, feminismo, aborto paterno e que ainda são bem pertinentes na atualidade. E tudo de maneira bem leve, descontraída e engraçada. As relações na série todas são muito próximas, por elas morarem em uma cidade pequena, os vizinhos são muito amigos e até chegam a ser invasivos em certos momentos. Todos conhecem elas e tem até algumas cenas na lanchonete do Lucas, onde elas tomam café da manhã e o Lucas é apaixonado pela Lorelai desde o início. Todos são muito próximos e sempre procuram ajudá-las.
 
Se você não assistia no SBT ou é mais nova (o) vale à pena dar uma chance, você vai se divertir bastante dando algumas risadas e vai se apaixonar pela relação de mãe e filha.

 
Olá pessoas queridas!

Hoje eu vim falar de Gilmore Girls. A história romântica, leve e engraçada dos dias corriqueiros entre mãe e filha. A série é dos anos 2000 e terminou em 2007, ela se encontra disponível na Netflix e a mesma chegou a criar um reboot apenas de 4 episódios em 2016. 


Eu sou da primeira geração dessas séries clássicas que estão voltando na Netflix, eu assistia assim como milhares de pessoas da minha idade no bom e velho SBT. Eu nunca fui muito fã de Gilmore Girls, porque o meu gênero favorito não é comédia, eu assistia esporadicamente quando eu era adolescente pelo SBT. Mas, ai veio a Netflix e resgatou essa série tão formidável!

SINOPSE

Lorelai Gilmore (Lauren Graham) tem uma relação tão amigável com sua filha, Rory (Alexis Bladel), que muitas vezes elas são confundidas como irmãs. Entre o relacionamento de Lorelai com seus pais, a nova escola preparatória de Rory, e os romances nas vidas das duas, há muito drama e muita diversão acontecendo.


Ultimamente eu ando preferindo assistir ou reassistir clássicos, porque essas histórias de hoje voltadas para jovens não me agradam muito, são muito apelativas e eu não me sinto confortável. Opto sempre por uma história mais leve. Gilmore Girls é o estilo de história que você se vê retratada ali, porque as relações entre mãe e filha, acredito que fazem todas as meninas lembrarem de suas próprias mães. Como aquele velho ditado: mãe é tudo igual, só muda de endereço. A série é divertida e as atrizes Lauren e Alexis têm muita conexão em cena, elas se parecem até fisicamente. Vale ressaltar que o seriado abriu portas para o início da carreira de Jared Padalecki e Chad Michael Murray e eles estão muito bem nos seus papéis. 
 O que eu acho legal é que a série abordava temas em evidência na época, como gravidez na adolescência, a Lorelai teve a Rory muito cedo, com 16 anos, pode ser que por isso elas sejam tão amigas e tão próximas. Abordava também o bullying, feminismo, aborto paterno e que ainda são bem pertinentes na atualidade. E tudo de maneira bem leve, descontraída e engraçada. As relações na série todas são muito próximas, por elas morarem em uma cidade pequena, os vizinhos são muito amigos e até chegam a ser invasivos em certos momentos. Todos conhecem elas e tem até algumas cenas na lanchonete do Lucas, onde elas tomam café da manhã e o Lucas é apaixonado pela Lorelai desde o início. Todos são muito próximos e sempre procuram ajudá-las.
 
Se você não assistia no SBT ou é mais nova (o) vale à pena dar uma chance, você vai se divertir bastante dando algumas risadas e vai se apaixonar pela relação de mãe e filha.

 
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Olá pessoas queridas!

Já tem um tempinho que eu não posto um texto meu aqui, tenho focado mais em abordar séries e tal. Mas, com a entrada de um novo ano, parece que essa energia de renovação que todo começo de ano traz faz a gente pensar na vida, na sociedade, na gente mesmo. E um vídeo especial me deixou mais reflexiva ainda. Ontem a noite eu assisti um vídeo de um rapaz super inteligente e sensível que o título do vídeo dele era: Você também cansou das pessoas?
Eu achei o vídeo sensacional, me senti na pele dele e super entendia o que ele estava passando para câmera, suas palavras me atingiram de uma forma muito intensa e eu me senti ali retratada.

 Eu sei que a gente não pode mudar o mundo e nem mudar a opinião que as pessoas têm da gente assim como nós temos a nossa própria opinião e não aceitamos que ninguém mude ela. Mas, o que anda me deixando chateada e reflexiva é a falta de educação, falta de empatia e falta de cuidado com as palavras que são lançadas e não voltam mais. As pessoas não sabem mais pedir desculpas, o que ta feito, ta feito. O dono desse vídeo falava justamente sobre isso, da intolerância dessa geração de querer que você seja fanático como eles, se você não pensa como esse fluxo de gente pensa então você não presta. Eu sinto isso nas redes sociais, nas relações familiares, não digo nas relações de amizade porque eu sou bem seletiva e tenho poucos e bons amigos. 
Eu já fui uma pessoa muito imatura e algumas vezes até grosseira, hoje em dia eu dou as minhas respostas na educação e na maior classe porque a outra pessoa que recebe (que não tem a mesma educação) fica mais zangada e incomodada ainda hehehe

Gente, as pessoas estão muito loucas e fanáticas com tudo. Eu sou contra qualquer tipo de fanatismo seja político, ideológico, esportivo, religioso. Eu sempre fui contra a maré, eu sou aquela pessoa que não aceita ser influenciada sabe, eu tenho a minha opinião e ponto final! Eu sou aquela ovelha que não segue o líder, diferente da maioria das pessoas que eu conheço e das que eu vejo virtualmente. Temos que parar de sermos enganados pela mídia, pela tv, pela internet, pelos fanatismos de todas as espécies. Você não pode mais escrever ou criar algo que acredita ser relevante que sempre tem um pra problematizar. Acredito que a internet tem sido a grande causadora dessa geração que só lê modinha é aquela: muita facilidade de informação e pouco conteúdo ou pouca interpretação. Apesar de essas pessoas serem um fluxo grande, elas não são a maioria e que bom! Infelizmente nós não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar o que permitimos que deixemos nos atingir. Se aquilo me desagrada eu não vou gastar energia com aquilo e não vou consumir aquilo, nós temos o controle de permitir o que nos atinge ou não. 


Hey pessoal, eu sei que eu andei um pouco sumida nesse final de ano. Mas, cá estou para falar de uma série imperdível na Netflix chamada You.
 You traz o protagonista Joe, que é interpretado pelo Penn Badgley (Dan em Gossip Girl) e a Shay Mitchell (Emily em Pll) e John Stamos (Jesse em Full House) confesso que eu estava bem ansiosa para ver essa série porque tem muita gente que eu gosto e eles não me decepcionaram.
 SINOPSE

You conta sobre "Joe", um gerente de livraria que se envolve com uma de suas clientes, uma jovem chamada "Beck". Mas quando Joe se apaixona por alguém, o amor pode rapidamente transformar-se em obsessão. E a narração é toda em primeira pessoa, os acontecimentos são do ponto de vista do psicopata.

You traz uma série de questionamentos para o telespectador em cada episódio intenso. Até onde uma stalkeada pode ser considerada normal? Ou você realmente conhece as pessoas as quais se relaciona? Ou atitudes impensadas  e até mesmo criminosas  podem ser chamadas de atitudes protetoras? A série está de parabéns e o Penn segura muito bem o papel. Acho que ele nasceu para interpretar personagens solitários e que tenham um caráter duvidoso hehehe

Eu não gostei muito da personagem protagonista Beck vivida pela atriz Elizabeth Lail, para mim a atriz está ok. A atriz não é nem ruim, mas também não é maravilhosa, as cenas dela me deixavam com sono e achei a personagem muito chata e influenciável. O que deixa o telespectador confuso em alguns momentos torcendo pelo Joe já que ele "aparenta" ter um lado humano ao ajudar o Paco seu vizinho pré adolescente que tem uma família desestruturada. Quem tem a mente fraca com certeza romantizará o personagem, mas quem sabe interpretar entende que a série é baseada dentro da cabeça de um psicopata, na mente dele tudo que ele faz é normal e é por amor. E nós sabemos o quanto eles podem ser "amáveis", "gentis" e enganar muito bem as vítimas. Apesar da Beck ser chata, eu torci para ela se livrar dele, fiquei bem chateada com o final.

A Shay Mitchell também está muito bem no papel como vilã, as cenas entre ela e o Penn estão bem amarradinhas e causa um grande suspense e frio na barriga.
Fiquei morrendo de vontade de rever You, a série me deixou sem fôlego. Estou ansiosa pela segunda temporada.

Olá pessoas queridas!

Quem me acompanha um certo tempo sabe o quanto eu sou fã da série Gossip Girl e sempre que posso, eu to postando alguma coisa sobre isso. Para me tornar uma fã completa, não poderia deixar de ler os livros. Hoje eu trago a resenha do volume 1 - As delícias da fofoca.

Eu gosto de livros rápidos, que não enrolam para falar o que querem. Na verdade, alguns livros que ficam rodeando muito para dizer apenas que o personagem tomou um gole de café me cansam e me dão sono. O primeiro volume de Gossip Girl tem uma leitura rápida, fluída, com parágrafos medianos de 4 a 5 linhas, o que eu acho super normal para o primeiro livro de uma saga. O que pode ser um problema para alguns, para mim nunca foi. O meu livro Natureza Revelada foi até baseado um pouco na escrita de Cecily Von Ziegesar.


Para quem não conhece tanto a serie de livros quanto a da TV, Gossip Girl fala sobre a rotina da elite de nova York, os adolescentes que ganham muito dinheiro dos pais e acham que tem o mundo a seus pés. Pode parecer que é só uma história boba e fútil mas mesmo com toda essa superficialidade a autora nos mostra vários dramas decorrentes das atitudes dos personagens que agem de forma como qualquer outro ser humano... errando e aprendendo.

Pois bem, no primeiro volume, Cecily aborda mais sobre a história de Blair e Nate e a vida louca da Serena, a volta dela para o Upper East Side, a atração que ela sentia pelo namorado da melhor amiga, Blair e as brigas e as desavenças entre ela e Blair. Não vemos com muito destaque o Chuck, por exemplo, que sempre foi um personagem bem marcante e explorado na série da TV e nem sobre a família dele. A família da Blair é mais mencionada e caracterizada no volume 1. E nem por isso deixa de ser um bom livro.

Eu entendo e acho super normal, o primeiro livro explorar mais alguns personagens do que outros. Afinal, com o desenrolar da história e dos próximos volumes poderemos acompanhar melhor e despedaçar as camadas de todos os personagens.

O que eu achei legal é que a primeira temporada da série foi bem fiel ao volume 1, descrevendo o Chuck como lindo, garoto propaganda de loção pós barba e todos os defeitos dele de caráter, como abusivo, tóxico, mimado, inconsequente e galinha. Adoro descascar as camadas do Chuck, adoro analisá-lo, ele é o meu malvado favorito. A Blair também é bem fiel a série da TV, como a líder da escola, romântica, clássica, apaixonado por filmes como Bonequinha de Luxo. Serena também é bem fiel, como a porra louca, vulnerável, a relação de amor e ódio pela Blair. As únicas personagens que realmente não tem nada a ver com a série são a Jenny e a Vanessa. A Jenny tem peitões e cabelos crespos. Céus! Eu não consigo imaginar a Jenny assim, para mim ela é a Taylor Momsen e ponto final! hahaha e a Vanessa que é careca, descolada, cineasta, muito mais legal no livro do que na TV.
Eu sou muito fã de Gossip Girl, eu sou extremamente fanática e defendo TODOS os personagens. A leitura é bem leve e gostosa, rápida e com gostinho de quero mais. O que eu não considero nenhum defeito. As fofocas da Gossip Girl no livro são bem mais picantes, debochadas e sarcásticas do que na série da TV, o que me fez ser mais fã ainda. 

Para você que é fã da série que nunca leu o livro comente aqui embaixo ou pra você que já leu comente também. Adoro conversar sobre o universo dos meus ricos e fúteis favoritos do Upper East Side, onde ninguém é mocinho, onde todos são os vilões e que eu amo de paixão histórias que não são o mais do mesmo do politicamente correto.

Quem não se lembra dos filmes de terror na infância sobre casas mal assombradas? Não é de hoje que o clássico de mansões com fantasmas ganham espaço no cinema, na literatura e nas novelas. Pois bem, o que parecia ser mais uma história clichê de fantasmas em uma casa se tornou uma série inovadora do terror clássico. 

Eu sou apaixonada por terror, é o meu gênero favorito. Mas, até para quem não é amante do gênero pode assistir sem medo. Para mim que estou acostumada eu não achei que tem terror pesado, claro que tem umas cenas que dá um frio na barriga, mas sinceramente, eu não achei nada demais.


O roteiro é muito bom! Se você não é fã de terror, assista pelo roteiro e pelas interpretações, principalmente das crianças.                                                                                


A Maldição da Residência Hill gira em torno da família Crane, que precisa enfrentar acontecimentos aterrorizantes em uma mansão de oitenta anos. A série é uma adaptação do clássico livro de terror da autora Shirley Jackson. A série conta a história de uma família, um pai engenheiro, uma mãe arquiteta e cinco filhos. A história é alternada no passado e no futuro com as crianças já crescidas e demonstrando as sequelas que ficaram de uma experiência traumatizante na mansão.  O drama da família é mais envolvente do que os sustos mal explorados na série, você se envolve com os personagens e torce para que eles sejam felizes e se livrem de uma vez por todas das amarras que ainda os prendem na casa.                                                                                       


 A Maldição da Residência Hill foi tão bem construída e tão elogiada pela crítica que parece que terá uma segunda temporada, eu só não sei o que eles vão fazer agora já que houve um final sobre a família Crane. Acredito que eles sigam a mesma linha de American Horror Story, uma história nova a cada temporada. Também está tendo muito exagero de que essa é a melhor série de terror já feita, o que é um baita de um exagero. A série é boa sim, mas chegar a dizer que é a melhor, já acho exagerado e coisa de quem não entende do gênero e não está acostumado a assistir terror. Em relação a sustos e a um horror bem nojento American Horror Story ainda dá de dez a zero. A Maldição da Residência Hill vale a pena ser assistida, corre lá na Netflix.