Remake de Sabrina e as mensagens por detrás da história.

/ março 11, 2019
O povo que é antigo vai lembrar da série de comédia juvenil Sabrina, aprendiz de feiticeira que passava nos anos 90 até os anos 2000. A warner trouxe de volta, fazendo o remake, desenvolvida para a Netflix só que mais sombrio e carregado de suspense e algumas cenas de terror.

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Assim como na série original e também no remake, Sabrina é uma jovem aspirante a bruxa, ela foi criada por duas tias, órfã de pai e mãe e tem um gato preto chamado: Salem. Só que no original o gato falava e deixou vários fãs decepcionados com essa nova série, pois Salem não fala, ele apenas protege a Sabrina dos perigos.

A história dessa nova Sabrina, ela é praticamente obrigada a assinar o seu nome no livro da besta ao completar 16 anos, se revolta contra o senhor das trevas e com o seu coven de bruxas, já que ela não quer deixar sua vida mortal para trás e nem abdicar dos seus amigos e namorado que não sabem dasua dupla identidade. O legal no decorrer dos episódios é que os amigos dela vão descobrindo coisas sobrenaturais de seus ancestrais e da sua própria família e tudo está interligado com as bruxas, podendo causar um atrito na sua relação com a Sabrina. 
 
O ponto alto da série é a crítica e a mensagem do fanatismo religioso, dando umas pitadas de leve nos seus diálogos sobre como uma fé cega pode destruir vidas e do porquê a sua fé deve ser melhor do que a minha ou de outras pessoas. No caso na série a fé cega  é pelo senhor das trevas, mas se você souber interpretar cabe direitinho como uma luva na nossa sociedade cristã.

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A série traz uma maquiagem muito bem feita quando se trata de mostrar os demônios e o jogo das lentes em deixar os cantos da cena distorcidos sempre que Sabrina está no mundo sobrenatural ou envolvida com algum ritual. Os episódios são bem movimentados e você não consegue tirar os olhos das cenas, o suspense está muito bom e o roteiro muito bem construído. A atriz Kiernan Shipka dá conta do recado de interpretar uma protagonista já conhecida e amada por uma geração e se mostra totalmente diferente daquela Sabrina engraçada da atriz Melissa Joan Hart da primeira versão. 

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A única coisa que incomoda e dá nervoso é sobre o exagero das cenas  e dos personagens em cultuar Satanás, eu não me considero muito religiosa e já fiquei nervosa, imagina quem seja? Eu acho que eles poderiam pegar um pouco mais leve na segunda temporada.

Sabrina tem tudo para ser uma grande série e durar muitas temporadas, a segunda está para sair agora em abril mostrando um lado mais dark de Sabrina, mas eu só pude assistir agora em março. Se você assistiu me conte aqui embaixo nos comentários o que achou, se não assistiu comente aqui também se você gostaria de assistir.


MOTIVOS PARA ASSISTIR O MUNDO SOMBRIO DE SABRINA

Sabrina é feminista e tem muitas cenas bem legal dela enfrentando o machista do diretor da escola.

Crítica religiosa a dogmas e preceitos absolutos.

O roteiro

A maquiagem

A interpretação ótima dos atores
O povo que é antigo vai lembrar da série de comédia juvenil Sabrina, aprendiz de feiticeira que passava nos anos 90 até os anos 2000. A warner trouxe de volta, fazendo o remake, desenvolvida para a Netflix só que mais sombrio e carregado de suspense e algumas cenas de terror.

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Assim como na série original e também no remake, Sabrina é uma jovem aspirante a bruxa, ela foi criada por duas tias, órfã de pai e mãe e tem um gato preto chamado: Salem. Só que no original o gato falava e deixou vários fãs decepcionados com essa nova série, pois Salem não fala, ele apenas protege a Sabrina dos perigos.

A história dessa nova Sabrina, ela é praticamente obrigada a assinar o seu nome no livro da besta ao completar 16 anos, se revolta contra o senhor das trevas e com o seu coven de bruxas, já que ela não quer deixar sua vida mortal para trás e nem abdicar dos seus amigos e namorado que não sabem dasua dupla identidade. O legal no decorrer dos episódios é que os amigos dela vão descobrindo coisas sobrenaturais de seus ancestrais e da sua própria família e tudo está interligado com as bruxas, podendo causar um atrito na sua relação com a Sabrina. 
 
O ponto alto da série é a crítica e a mensagem do fanatismo religioso, dando umas pitadas de leve nos seus diálogos sobre como uma fé cega pode destruir vidas e do porquê a sua fé deve ser melhor do que a minha ou de outras pessoas. No caso na série a fé cega  é pelo senhor das trevas, mas se você souber interpretar cabe direitinho como uma luva na nossa sociedade cristã.

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A série traz uma maquiagem muito bem feita quando se trata de mostrar os demônios e o jogo das lentes em deixar os cantos da cena distorcidos sempre que Sabrina está no mundo sobrenatural ou envolvida com algum ritual. Os episódios são bem movimentados e você não consegue tirar os olhos das cenas, o suspense está muito bom e o roteiro muito bem construído. A atriz Kiernan Shipka dá conta do recado de interpretar uma protagonista já conhecida e amada por uma geração e se mostra totalmente diferente daquela Sabrina engraçada da atriz Melissa Joan Hart da primeira versão. 

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A única coisa que incomoda e dá nervoso é sobre o exagero das cenas  e dos personagens em cultuar Satanás, eu não me considero muito religiosa e já fiquei nervosa, imagina quem seja? Eu acho que eles poderiam pegar um pouco mais leve na segunda temporada.

Sabrina tem tudo para ser uma grande série e durar muitas temporadas, a segunda está para sair agora em abril mostrando um lado mais dark de Sabrina, mas eu só pude assistir agora em março. Se você assistiu me conte aqui embaixo nos comentários o que achou, se não assistiu comente aqui também se você gostaria de assistir.


MOTIVOS PARA ASSISTIR O MUNDO SOMBRIO DE SABRINA

Sabrina é feminista e tem muitas cenas bem legal dela enfrentando o machista do diretor da escola.

Crítica religiosa a dogmas e preceitos absolutos.

O roteiro

A maquiagem

A interpretação ótima dos atores
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Tinha esses dias guardados como se fossem imprescindíveis. Veio o vento, o amanhecer do outro dia, uma folha que caiu, uma curva que mudou e nenhum rumo mais se encontra perto daquelas esperanças urgentes de ontem. E as coisas pareciam ser tão mais precisas. Eu continuo assim completamente densa, mas as coisas me atravessam cada vez mais líquidas. O pensamento segue assim, fluido, se ajeitando às expectativas. Você mudou minhas repostas e o trilho dos meus versos. Sim. Eu quis, ardi trançando a espera dessa incandescência, e agora os pêlos sentinelas temem o aconchego das tuas mãos. É que o sempre tem uma sombra tão comprida, e essas curvas que não me deixam ver adiante. Eu, que sempre fui de horizontes. Mas eu vou conversando com as distâncias e elas me falam de tantas possibilidades, de sorrisos intensos como essas palavras, de lágrimas temperadas de tanta história, que eu quase posso provar o sabor dos próximos capítulos. Mas as nossas pegadas é que vão ditando os próximos parágrafos. E entre uma vírgula que ficou engasgada e as reticências que não me disseram nada, balanço entre exclamações buscando pontuar nossas encruzilhadas. Deve ser assim, esse tamanho todo que eu queria. Fecho os olhos e sinto tua palavra macia roçando meu cabelo, mergulho os dedos e posso sentir teu amor colorindo a minha pele. E quando eu sinto um sorriso eu abro os olhos e quase posso ver a vida, ventando nas cavalgadas, passando rápido quando a gente é feliz.



Olá pessoas queridas!

Hoje eu vim ter um papo respeitoso com vocês e espero que vocês compreendam o meu desabafo. Eu sempre levantei a bandeira do feminismo, sempre defendi o movimento e todas as lutas pelas quais mulheres, assim como eu, travam todos os dias. Mas, um fluxo grande dessas mulheres não vem me representando mais o que me deixou bem desanimada e até com raiva do movimento muitas das vezes. 
 O que mais me deixou no auge da insatisfação foram esse fluxo de mulheres que defendem outras mulheres não saberem respeitar a opinião dessas que elas dizem defender e além de não saber respeitar querem obrigá-las a pensar como elas. Oi? Cade o respeito que tanto propagam? Eu falo de coisas banais que vai de série até algo da vida real (dependendo do caso). E fora essas frases feitas de copia e cola, que parece que as pessoas de um modo geral necessitam estar em um grupinho de rede social. Uma vez assistindo a entrevista de uma Youtuber famosa, ela se queixava das mulheres reclamarem e até impor do porquê ela não ser mais ativista do que ela já é. Ai ela respondeu: Porque o canal é meu? Eu falo sobre o que eu quiser? Ai, a pessoa ta de saco cheio (porque realmente enche o saco) responde dessa maneira, ai vão dizer que a garota é grossa e deixarão de segui-la. Só que elas não pensam primeiro: Po, será que eu to respeitando primeiro para ser respeitada? 

O que esse grupo de mulheres não pensam é que são exatamente elas que afastam outras mulheres a serem feministas, porque existe o femismo (que é a mesma coisa que machismo) existe estudo sobre isso, basta procurar.

Eu acho que a internet se tornou um lugar em que grupos de todos os lados se encontraram para aterrorizar mais as pessoas e falta de educação agora eles chamam de livre expressão. Cara, se coloca no lugar da outra pessoa, se você não consegue contra argumentar de forma inteligente e sem imposição ou ofensas, não fala com essa pessoa, não responde, simples. 

Eu não deixei de defender e aconselhar mulheres que precisam de ajuda, eu sou professora e ensino todos os dias os meus alunos a respeitarem as meninas assim como as meninas também deve respeitar os meninos. Mas, esse dogmatismo me deixou esgotada e saturada e não existe diálogo com pessoas dogmáticas.

 


 Nós fãs de Fuller House estamos animados com a quinta temporada anunciada nesse dia 31, último dia de janeiro, pelo elenco e pela Netflix, mas ao mesmo tempo estamos decepcionados e tristes já que será a última temporada.  Eu sou da primeira geração de Full House, mas não me considero mais fã do que os da nova geração. Foram anos acompanhando fotos e vídeos do elenco que permanecia unido e amigos, o que é raro na indústria da televisão. Em nome dos fãs do mundo todo nós só temos a agradecer por essas cinco temporadas e por ser parte novamente dessa família tão especial que marcou a infância e a juventude de várias gerações. Venha assistir um vídeo no meu canal em que eu falo sobre isso.                                       
Olá pessoas queridas!

Hoje eu vim falar de Gilmore Girls. A história romântica, leve e engraçada dos dias corriqueiros entre mãe e filha. A série é dos anos 2000 e terminou em 2007, ela se encontra disponível na Netflix e a mesma chegou a criar um reboot apenas de 4 episódios em 2016. 


Eu sou da primeira geração dessas séries clássicas que estão voltando na Netflix, eu assistia assim como milhares de pessoas da minha idade no bom e velho SBT. Eu nunca fui muito fã de Gilmore Girls, porque o meu gênero favorito não é comédia, eu assistia esporadicamente quando eu era adolescente pelo SBT. Mas, ai veio a Netflix e resgatou essa série tão formidável!

SINOPSE

Lorelai Gilmore (Lauren Graham) tem uma relação tão amigável com sua filha, Rory (Alexis Bladel), que muitas vezes elas são confundidas como irmãs. Entre o relacionamento de Lorelai com seus pais, a nova escola preparatória de Rory, e os romances nas vidas das duas, há muito drama e muita diversão acontecendo.


Ultimamente eu ando preferindo assistir ou reassistir clássicos, porque essas histórias de hoje voltadas para jovens não me agradam muito, são muito apelativas e eu não me sinto confortável. Opto sempre por uma história mais leve. Gilmore Girls é o estilo de história que você se vê retratada ali, porque as relações entre mãe e filha, acredito que fazem todas as meninas lembrarem de suas próprias mães. Como aquele velho ditado: mãe é tudo igual, só muda de endereço. A série é divertida e as atrizes Lauren e Alexis têm muita conexão em cena, elas se parecem até fisicamente. Vale ressaltar que o seriado abriu portas para o início da carreira de Jared Padalecki e Chad Michael Murray e eles estão muito bem nos seus papéis. 
 O que eu acho legal é que a série abordava temas em evidência na época, como gravidez na adolescência, a Lorelai teve a Rory muito cedo, com 16 anos, pode ser que por isso elas sejam tão amigas e tão próximas. Abordava também o bullying, feminismo, aborto paterno e que ainda são bem pertinentes na atualidade. E tudo de maneira bem leve, descontraída e engraçada. As relações na série todas são muito próximas, por elas morarem em uma cidade pequena, os vizinhos são muito amigos e até chegam a ser invasivos em certos momentos. Todos conhecem elas e tem até algumas cenas na lanchonete do Lucas, onde elas tomam café da manhã e o Lucas é apaixonado pela Lorelai desde o início. Todos são muito próximos e sempre procuram ajudá-las.
 
Se você não assistia no SBT ou é mais nova (o) vale à pena dar uma chance, você vai se divertir bastante dando algumas risadas e vai se apaixonar pela relação de mãe e filha.